Banda tcheca, possuidora de um som que procura mesclar a melodia com agressividade rueira. Disco interessante.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Dowina - "Brezalauspurch " (2005)
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Battle Cry - "To Fight and Die" (1995?)
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Vurmo - fanzine (1990)
Sham 69 - Live at The Roundhouse e 3 clips - video (1978)

Após um hiato nas postagens, pois minhas férias terminaram e voltei para o batente esta semana, deixo, orgulhosamente, este vídeo à sua disposição e deleite! Show excelente, ainda por cima quando a Sham estava em seu auge! E acompanhados pela "Sham Army" (diversos skins, punks e rude boys que acompanhavam a banda). Quanto aos clipes, assistir "If the Kids Are United", na tela com Pursey frenético instigando a fúria e a união das juventudes marginalizadas inglesas, não há preço!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
"Punks" - video documentário (1983)

Dividido em cinco partes, este documentário procura apreender os punks em sua realidade. Também, desvela a sonoridade de suas bandas, como Cólera, Ratos de Porão, Fogo Cruzado e outras. Vale muito a pena obter!
In 5 parts, that documentary meet the feeling and way of life of the old brazilian punks in São Paulo, 1983! With Cólera, Ratos de Porão (before metal age), Fogo Cruzado and more. Take it! It´s Vontade e Luta birthday party!
Entrevista: Última Classe (banda) - Santos/SP

Lançando seu CD-demo ano passado, apresento-lhes uma banda que, através de suas letras, literalmente "metem a porrada" no sistema! Retratando a realidade da classe trabalhadora, sem demagogias ou teorias. Simplesmente, cantam sua realidade. Aqui no Vontade e Luta, encontramos a exposição de suas concepções!
1) Quem são Última Classe? E o que fazem e acreditam?
A Última Classe é formada pelo Bruno (bateria), Alcides (Guitarra), Ângelo (Baixo) e Ronaldo (voz), todos trabalham para pagar suas contas, o Bruno é funcionário publico em Santos e é formado em História, o Alcides trabalha em um arquivo em São Paulo e também é formado em História, o Ronaldo é professor da rede pública e claro....leciona História! Já o Ângelo é tatuador e fotógrafo e o único na banda que não é formado em História. Acreditamos em muitas coisas, nossos amigos, mulheres e nossas famílias, nossos times de futebol.
Não acreditamos em religiões e embora a banda não seja para nós uma plataforma política e nem mesmo filiada a nenhuma corrente ideológica, não nos consideramos apolíticos, nos colocamos sempre à esquerda, de um ponto de vista socialista, libertário, afirmativamente antifascista e anti-racista. Acreditamos que classe trabalhadora deveria ter o poder, pois é a força vital da sociedade. Não acreditamos em baboseiras pós-modernas e nem em intelectualismo barato e detestamos a hipocrisia do “politicamente correto”.
2) Excelentes bandas saíram de Santos, como Tropa Suicida e Soldados do Asfalto, por exemplo. Como surgiu a banda?
A banda surgiu entre o final de 2008 e o começo de 2009 a partir de conversas informais entre uma cerveja e outra, uma tatuagem e outra....A idéia era nos reunir para tirar um som dentro daquilo que sempre foi referência para nós no Punk Rock, no Oi! e no Rock’n”roll e nos divertir fazendo algo que gostamos. Nesse começo o baterista era um outro camarada nosso, o Sabugo, que precisou sair da banda pois havia mudado de cidade. Com a entrada do Bruno os ensaios se intensificaram e veio a gravação da demo e as primeiras apresentações.
3) Como é a cena em sua cidade?
Não sei se é possível afirmar que exista uma cena aqui. Existem algumas bandas, existem pessoas, mas é tudo muito fragmentado e disperso. Entendemos que existe uma cena, quando há atividade coletiva, ou seja, quando as pessoas articulam ações, que podem ser desde a organização de gigs, formar bandas, publicações, eventos que impulsionem a formação de uma coletividade que compartilhe símbolos de identidade comuns, para nós isso seria uma cena, não vemos isso acontecer aqui. Santos está uma cidade envelhecida demais, conservadora e provinciana, uma cidade dominada por construtores se shoppings centers e prédios de luxo para a classe média alta e a burguesia.
4) "Fora da Lei" chamou-me muito a atenção, assim como "Violência". Gostaria de sua exposição sobre o conteúdo destas letras.
No caso de “Fora da Lei” é a tentação do consumo e do usufruto de um bem-estar que é negado que gera uma situação de raiva e falta de perspectivas que atinge milhares de jovens no Brasil, viver numa grande cidade como São Paulo, por exemplo, onde existem ilhas de luxo e riqueza contrastando com a miséria da maioria é algo que provoca a revolta. Se esse jovem não consegue enxergar uma saída coletiva pra essa situação, essa revolta acaba em muitos casos sendo canalizada para o crime. Uma boa parte da letra tem a ver com uma história real.
“Violência” é basicamente sobre ganguismo estúpido e burro, não iríamos jamais fazer uma letra enaltecendo a burrice, então “Violência” surgiu mais como uma forma de retratar uma situação que também não é totalmente fictícia, mas que afeta e já afetou muito a cena de SP. Vemos o tempo todo histórias de jovens que morreram, mataram ou foram pra cadeia por causa de burrice ganguista. E entendemos que essa sociedade em que vivemos não se importa com essas pessoas, pois no final das contas só servem para produzir manchetes sensacionalistas, aumentar a população carcerária e dar pretextos para o governo aumentar ainda mais o alcance de seu aparato repressivo. Não somos pacifistas adeptos do “paz e amor”, mas nos recusamos a apoiar a idiotice.

5) Quais bandas influenciaram seu trabalho? E o que vocês escutam ultimamente?
São várias... é até difícil falar, mas podemos dizer que nossas influências vão de bandas clássicas do punk rock como The Clash e Pistols, passam pelo Oi! de bandas como Garotos Podres, Cockney Rejects, 4 Skins, The Oppressed, Business e pelo som mais rápido de bandas como GBH e Defiance.
Ouvimos diferentes coisas, além de Oi!, Punk setentista e HC, que são nossos alicerces em termos de sonoridade. A lista é grande e variada e abrange desde Adoniran Barbosa e Cartola à Slade, Motorhead e AC/DC.
6) Fale-me de Flávio Prado. Por que odeiam esta pessoa?
Não odiamos essa figura porque não é nem digna disso. Na verdade a letra de “Jornalista de Merda” pode ser dedicada a qualquer jornalista filho da puta. Na gravação nos referimos ao Flávio Prado porque precisávamos de um nome para colocar na letra e ele é um defensor de um futebol elitizado, com ingressos caros e de acesso apenas a pessoas de elevado poder aquisitivo, o que significa na prática a proibição do trabalhador e do torcedor oriundo das periferias de freqüentar os estádios de futebol.
Mas como dissemos a letra pode ser adaptada a outros jornalistas, por exemplo, na nossa ultima apresentação substituímos o nome Flávio Prado, por Boris Casoy, por causa das ofensas que esse babaca dirigiu aos trabalhadores da limpeza publica. Na verdade o que detestamos é essa mídia elitista, que se vende pra quem tem poder econômico e que manipula a informação e que na verdade só funciona como um vetor ideológico do poder econômico. Uma prostituta dos interesses dos ricos.
7) Além do CD-demo (por sinal, ótimo), sairá algo novo para este ano (2010)?
Sim... temos a intenção de lançar algo novo, ainda não temos nada certo, mas estamos vendo os meios de lançar um possível split com alguma outra banda e mesmo um cd nosso. Já temos algumas musicas novas e bases e letras nas quais estamos trabalhando.
8) Para encerrar, algumas palavras finais?
Primeiro queremos agradecer a você Pierre pelo apoio e pela entrevista, continue firme com esse blog. A todos que tiverem interesse em entrar em contato conosco existem as seguintes opções: Myspace - www.myspace.com/ultimaclasse; e-mail – ultimaclasse@gmail.com; e recentemente foi feita uma comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=97869395. De resto o que temos a dizer é: Nunca se conformem com a ignorância; nunca se conformem com estereótipos; estudem e não sejam burros. Amem seus times, mulheres, amigos e família, nunca dispensem uma boa cerveja e uma boa conversa. Sejam capazes de se indignar diante da exploração, da manipulação e da injustiça. Saudações a todos os leitores!
9) Obrigado! Espero assistir seus shows!
Nós é que agradecemos e saiba que será sempre bem vindo em nossas apresentações e claro, esperamos poder tocar aí no Rio de Janeiro em breve.

Disponibilizamos, aqui no blog, o primeiro trabalho do Última Classe! Pegue e ouça!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Stärkste Minderheit - CD-demo (2008)

Primeiro lançamento deste alemães de Berlim. Quanto ao som, típico Oi! alemão, com instrumentais pesados, porém suas introduções são muito extendidas, assim como algumas frases musicais. Vocais muito guturais. Creio que, por tratar-se de uma demo, ainda que a qualidade da gravação esteja comprometida por um ajuste de equalizações, a banda tem um bom potencial. Canções em alemão!
http://www.mediafire.com/file/tzzyzydy5gu/Stärkste Minderheit.rar
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Dose Brutal - "1st EP + Vadia + live and rehersal tracks" (1987/8)

Para nós, brasileiros, não precisam de apresentações! Para nossos leitores estrangeiros, necessito escrever algo em inglês:
"One of the first brazilian punk bands, played in "O Começo do Fim do Mundo" (first brazilian punk meeting - 1982). Their sound influencied the early brazilian streetpunk and Oi!. They are from ABC Paulista (three and more cities near of São Paulo city with industrial activities). If you don´t know, SHOULD KNOW! Down! Lyrics in portuguese!"
BTM - "Legends Again" (2004)

Veteranos da cena Oi! polonesa, este disco é uma regravação de suas antigas canções, lançado pela Olifant Records. Um som rude e bem executado. Possuo poucas informações sobre eles. Tanto que não conheço suas antigas gravações. Seus sons impressionam na primeira audição! Forte impacto! Letras em polonês!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
The Glory Stompers - "Abandoned Youth" (1995)

Ótimo EP deste massacrante skunk canadense! Lembro-me que, lendo o "Slug ´n´ Lettuce" (USA), vi seu flyer e, por instinto, reconhecia uma banda que não decepcionaria! Seguidamente, consegui seus sons e não fiquei nem um pouco decepcionado! Neste trabalho, uma sonoridade bem agressiva e contestatória! Oi!, punk e HC em apenas uma banda! Infelizmente, não está na ativa!
Askö n. º 9 - fanzine/informativo (1998)

Informativo com textos anarquistas. Porém, em um de seus números, houve um artigo polêmico. Curto e de bom conteúdo!
http://www.mediafire.com/file/jn14uwtwzmm/Gesto de Revolta n.º 3 (1996).rar
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